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Pilates é bom para a mãe e o bebê

Muitas vezes, com a chegada da gravidez, justamente por conta daquela moleza inicial e excesso de sono, as grávidas deixam de praticar atividades físicas. Certamente algumas atividades não são muito adequadas, mas existem outras que além de permitidas são indicadas.




A ênfase dada pelos movimentos do pilates aos músculos do assoalho pélvico facilita o trabalho do parto normal, diminuindo o esforço realizado pela mãe na hora do nascimento do bebê.
Por ser uma atividade que promove o condicionamento físico, trabalhando principalmente a região do core, que contempla o conjunto de músculos abdominais e dorsais, o pilates proporciona um fortalecimento significativo para melhora da postura e principalmente do equilíbrio.

Até para as mulheres que levavam uma vida sedentária, a atividade é indicada a partir do terceiro mês de gestação e os exercícios são adaptados conforme a evolução da gravidez.
Segundo a coordenadora técnica da Pilates StudioFit, Letícia Toledo, algumas posições são evitada.s “Dependendo do mês de gestação, algumas posturas tornam-se incômodas e por isso geralmente optamos por exercícios em quatro apoios e os em decúbito lateral, devido ao posicionamento da barriga, preservando, assim, o conforto da gestante”, esclarece a professora.

Os movimentos ajudam a melhorar a circulação sanguínea, principalmente dos membros inferiores, e ajudam a evitar cãibras. A prática regular e sempre acompanhada de um profissional alivia as tensões na parte superior das costas e o bebê, por sua vez, recebe mais oxigênio e é também beneficiado pelo envio de endorfina (hormônio do relaxamento e bem-estar) via placenta. O crescimento do bebê torna-se mais adequado devido ao controle de peso por parte da futura mamãe.
E após o nascimento a mulher pode retomar os exercícios a partir de 30 dias do nascimento do bebê, independente se for realizado parto normal ou cesárea.
fonte:http://br.mulher.yahoo.com/pilates-é-bom-para-a-mãe-e-o-bebê.html







10 passos para reconquistar o seu corpo depois do parto

Tudo o que você precisa saber para recuperar o seu peso de antes em apenas 3 mesesCom o nascimento do bebê, vão-se os quilos a mais que você ganhou na gravidez. Quem já não ouviu essa promessa? Mas isso não é realidade para todas as mulheres – ainda que você fique na dúvida toda vez que uma celebridade aparece linda (e magra) menos de um mês depois do parto. Uma nova pesquisa da Universidade de Granada (Espanha) mostra que, em vez de perder peso no pós-parto, 94% das mulheres ganham quilos a mais. Sim, durante a fase de amamentação você precisa consumir 300 calorias extras, só que as novas mães acabam comendo muito mais do que o necessário. Bastaria comer duas colheres a mais de arroz e tomar dois copos de leite todo dia. Mas dá para fazer mais:



1 - A natureza está ao seu lado. Amamentar emagrece. A produção de cerca de 850 mililitros de leite por dia gasta em média 750 kcal, quase o mesmo que uma suada hora de ginástica aeróbica. E o melhor, sentada na poltrona. "Além disso, a amamentação incentiva a liberação da oxitocina, que estimula a contração do útero. Ele volta ao tamanho normal até seis semanas", diz o obstetra Luiz Fernando Pereira Leite. De quase 1 quilo, no final da gravidez, o útero volta aos habituais 60 gramas e fica levemente maior do que antes. Mas ninguém, além do ultra-sonografista, vai perceber a diferença.

2 - Xô, tentação! Mais tempo em casa e perto da geladeira, fortes mudanças hormonais, adaptação a uma nova e dura rotina de noites maldormidas e ansiedade. Tudo leva ao caminho da cozinha. "Algumas mulheres realmente sentem mais fome durante a amamentação", diz a nutricionista Marle Alvarenga. Aí mora o perigo. Elimine as situações de risco. Dê de presente (sem dó nem piedade) até aquele chocolate belga trazido pelas visitas.

3 - Alimentação saudável, sem mitos. "O segredo é investir em uma dieta balanceada, rica em alimentos com fibras, como verduras, legumes e frutas que dão a sensação de saciedade com poucas calorias; comer várias vezes por dia e não embarcar em mitos como o de comer canjica para aumentar o leite!", afirma a nutricionista Marle Alvarenga.

4 - Mãos à obra. Aposte em massagens que ativam a circulação e também relaxam. "A drenagem linfática, aplicada de forma suave e delicada, pode ser feita assim que você chegar da maternidade", diz Ângela Leal Chichierchio, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. A técnica estimula o sistema linfático, responsável pela eliminação de toxinas, e reduz o inchaço. Massagens sobre o útero nos primeiros dias são contra-indicadas. Outra opção é a massagem redutora, mais vigorosa, que ajuda a combater a flacidez.

5 - Tratamentos estéticos. A especialista em medicina estética Carla Sallet recomenda nessa fase as sessões de dermotonia, uma drenagem linfática profunda realizada com um equipamento que faz movimentos alternados de pressão e sucção da pele, ajudando a quebrar as células de gordura. Está liberada também a eletroestimulação, que contrai e torce grupos musculares específicos, mais difíceis de ser trabalhados com exercícios físicos. A talassoterapia, banhos de imersão em água com sal e algas, comum na Europa, também costuma ser recomendada nessa fase, pois ajuda a liberar toxinas, melhora o tônus da pele e ainda relaxa.

6 - Tome muita água. "Em torno de 3 litros por dia", afirma a nutricionista Maria Eduarda Ourivio. "O corpo precisa de matéria-prima para produzir leite. Além disso, a água estimula o funcionamento dos rins, acelerando a eliminação dos líquidos que estão retidos por todo o corpo", diz.

7 - Mexa-se... assim que o seu obstetra liberar! Atividades físicas leves podem ser recomeçadas duas ou três semanas depois de um parto normal e de quatro a seis semanas para quem fez cesárea. "Mães que fazem longas caminhadas empurrando o carrinho têm dupla vantagem - melhoram a relação com o bebê e entram em forma rápido", afirma o obstetra Lobão. Quem fez cesariana, por exemplo, deve evitar esforço abdominal nos três primeiros meses. "É melhor dar preferência aos exercícios de baixo impacto ou atividades na água." O ortopedista André Pedrinelli, alerta: no pós-parto aumentam os riscos de distensões, pois a musculatura está mais flácida. Tenha um pouco de paciência.

8 - Livre, leve e solta! É possível que você se sinta incomodada com o peso dos seios ou com o vazamento de leite na hora da caminhada ou da ginástica. "Providencie um top ou sutiã reforçado, absorventes de seio e se organize para fazer atividades físicas depois das mamadas, enquanto seu bebê dorme de barriguinha cheia. É quando os seios estarão mais murchos e leves", afirma Pedrinelli.

9 - Reduza o estresse. Você está cansada, há muito não tem uma noite de sono inteira, mal dá tempo para sentar e fazer uma refeição com calma. "Tente relaxar porque o estresse estimula a produção do hormônio cortisol, que aumenta a retenção de água e dificulta a metabolização das gorduras", afirma a psicóloga especializada em obesidade Silvana Martani. Ioga e meditação são uma excelente pedida.

10 - Cansada demais para tentar qualquer uma dessas coisas? Não desista. Tudo tem jeito. Esse é um período de adaptações. Procure se organizar. Peça a alguém que lhe ajude a preparar uma comidinha gostosa e pouco calórica ou fique com o bebê enquanto você se exercita, nem que seja um pouquinho todos os dias. À medida que o tempo passa, você terá mais disposição. A cada quilo perdido, a cada peça de roupa reconquistada, você vai se sentir mais animada.
Quilos que vão embora fácil
Bebê: 3 kg
Placenta: 700 g
Líquido amniótico: 800 g
Água: de 2 a 4 kg
* Para um aumento de peso de 10 kg durante a gravidez até o fim do primeiro mês

O que você come na gravidez afeta a saúde do seu filho no futuro

Novo estudo comprova que incluir frutas e verduras no cardápio protege o bebê contra alergias

Ana Paula Pontes e Bruna Menegueço
Assim que descobre que está grávida, todas as suas atitudes passam a influenciar diretamente na sua saúde e na do seu bebê. A escolha dos alimentos na gravidez é uma das mais importantes formas de garantir que seu filho seja saudável. Uma nova pesquisa japonesa, publicada na revista médica Allergy, comprovou que incluir frutas, verduras e legumes no cardápio protegem o bebê contra diferentes tipos de alergias.
Segundo os cientistas, os alimentos ricos em betacaroteno, como os vegetais verdes e amarelos e as frutas cítricas reduzem os riscos de o bebê ter eczema, um tipo de alergia de pele. Já, os alimentos com vitamina E, como amêndoas, castanhas e milho diminuem as chances de seu filho desenvolver alergias respiratórias. Para chegar a esse resultado, os cientistas avaliaram a alimentação de 763 mulheres durante a gestação, em seguida, analisaram a presença de sintomas alérgicos em seus filhos. O resultado mostrou que os bebês das mães que consumiram mais betacaroteno e vitamina E eram mais saudáveis. Confira o que vale a pena ter no seu cardápio como regra e o que é melhor evitar.

1 – Tome ácido fólico
Segundo especialistas, o ideal é que toda mulher em período fértil tome 400 mcg (microgramas) de ácido fólico todos os dias, principalmente três meses antes de engravidar - e continuem com o suplemento durante o primeiro trimestre da gravidez. O folato (ácido fólico), uma vitamina do complexo B, é fundamental para que a coluna do bebê se desenvolva corretamente, o que acontece nas primeiras quatro semanas de gestação, evitando defeitos do tubo neural, como falha no desenvolvimento do cérebro e medula espinhal. Além disso, estudos mostram que ele reduz também o risco de problemas cardíacos congênitos no bebê e a chance de um parto prematuro. Alguns alimentos, como os vegetais verde-escuros, caso do brócolis, contém esse nutriente, mas não em quantidade suficiente. Por isso, o composto vitamínico é essencial.

2 – Não coma por dois
Isso não quer dizer que você deva fazer regime na gravidez. Longe disso. Ao controlar o que você come, com uma dieta equilibrada, você está preservando não apenas a sua saúde, mas também a do bebê. Estudos mostram que a obesidade da mãe, que pode ter como consequências diabetes gestacional e pré-eclampsia, aumenta o risco de o bebê nascer com peso acima do normal e de a criança ter problemas metabólicos e de obesidade já na primeira infância.

3 – Inclua peixes, frutas e gorduras boas na dieta
Estudos revelam que mães que optam por uma alimentação rica nesses nutrientes previnem os filhos de ter asma e outras alergias. “Alguns nutrientes da dieta mediterrânea têm capacidade antiinflamatória e antioxidante - como o tipo de gordura (ácido graxo e ômega-3), frutas, vitaminas -, diferentes daqueles com potencial alérgeno e inflamatório existentes na dieta ocidental, como os óleos de milho, soja e girassol (ômega-6)”, diz Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein. É nessa troca que pode estar a explicação para a redução do risco de alergia das crianças. E os benefícios se estendem ainda mais. Estudo realizado por Departamentos de Medicina dos Estados Unidos e da Dinamarca afirma que o ácido graxo ômega-3 encontrado nos peixes são importantes para a inteligência e o crescimento dos bebês.

4 – Fique longe de bebidas alcoólicas
O consumo de álcool durante a gravidez pode significar alterações cerebrais e outras malformações no bebê, algumas até irreversíveis. Pesquisas mostram que beber regularmente na gestação pode prejudicar a visão do feto – levando a criança a enxergar mal ou, pior, ficar cega. Outros danos também foram comprovados, como no desenvolvimento neurológico do bebê, o que pode comprometer para sempre a vida da criança no futuro.

5 – Reduza o consumo de cafeína
Estudos indicam que o consumo de mais de quatro xícaras de café por dia pode estar associado a bebês de baixo peso, além de afetar o sistema respiratório do feto. Isso porque, acredita-se que a cafeína atravessa facilmente a barreira placentária, chegando até o bebê. Para o obstetra Ricardo Gonçalves Alanda, a redução no consumo de cafeína durante a gestação é fundamental, mas a grávida não precisa se desesperar. "Ingerir uma quantidade alta de cafeína é prejudicial. Mas a gestante não precisa deixar de comer chocolate quando estiver com vontade. O que deve estar em mente é a dosagem. A palavra-chave é moderação", afirma.

6 – Coma fibras
Vegetais, frutas e cereais integrais devem estar presentes na sua dieta. Elas regulam todo o organismo, e agem principalmente no intestino, evitando a prisão de ventre, além de controlar o colesterol e os níveis de açúcar no sangue, o que ajuda a prevenir a diabetes gestacional. Estudo americano sugere que as fibrar reduzem ainda a chance de a grávida desenvolver pré-eclâmpsia. A nutricionista Tânia Rodrigues aconselha que as gestantes consumam, pelo menos, 20 gramas de fibra todo dia, o que corresponde, por exemplo, a dois pratos de sobremesa de salada de folhas ou cinco frutas. As fibras também estão no arroz, pão integral, feijão e legumes.

A linhaça, por exemplo, pode, e deve, ser um item obrigatório na sua alimentação. A semente, rica em ômega 3, ômega 6 e fibras, também ajuda o seu intestino a funcionar melhor e auxilia na formação do cérebro e da retina do bebê. Outro benefício, comprovado por estudiosos, é que mulheres que ingerem a semente durante a gravidez e a amamentação têm filhos com mais facilidade de compreensão e memória. “A ação antioxidante da linhaça no desenvolvimento cerebral da criança e ela tem mais facilidade para se concentrar", afirma Daniella Galego, nutricionista do Hospital Sírio Libanês.

7 – Tome mais leite
A necessidade diária de cálcio durante a gravidez aumenta 20%. Como o nutriente é imprescindível para a formação dos ossos e dentes do bebê, o próprio organismo da mãe absorve-o em maior quantidade nesse período. O ideal é ingerir quatro copos de leite por dia para suprir as necessidades de cálcio. É importante sempre optar pelo pasteurizado por não ter risco de conter microorganismos e bactérias.

8 – Fique longe de bactérias
Alguns alimentos devem ser excluídos do seu cardápio durante a gestação, como é o caso de peixes e carnes cruas. Doenças contraídas deles são especialmente perigosas. Um exemplo é a toxoplasmose, que coloca em risco a saúde do feto, provocando anomalias irreversíveis. Mel e palmito merecem atenção especial. Escolha o mel que tenha o selo SIF (Selo de Inspeção Federal), que garante sua qualidade e procedência. O caseiro pode conter bactérias, como as que causam o botulismo, infecção que compromete o sistema nervoso e pode levar à morte. O mesmo ocorre com o palmito, que deve ser fervido por dez minutos antes do consumo.

9 – Lembre-se dos alimentos com ferro
Esse sal mineral é essencial para a formação de alguns elementos do sangue, como a hemoglobina, presente nas células vermelhas. É a hemoglobina que transporta nutrientes e oxigênio para todas as células do organismo e, quando há carência de ferro, sua produção diminui. O resultado pode ser uma anemia. Durante a gestação, ela pode trazer consequências sérias para o bebê, pois diminui a oxigenação e a nutrição da placenta ficam reduzidas, colocando em risco o desenvolvimento do bebê, que poderá nascer com baixo peso. Esse nutriente está presente na carne vermelha, por exemplo. Para melhorar a absorção de ferro no organismo, combine alimentos ricos nesse nutriente com aqueles que têm vitamina C, como laranja, limão, pimentão.

10 – Consuma colina
Esse nutriente é encontrado em gemas de ovos, soja, gérmen de trigo e carnes. Segundo cientistas, ela tem uma relação com o desenvolvimento do tubo neural (cérebro e coluna) do bebê. Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte revelou ainda que a colina desempenha um papel fundamental na região cerebral do bebê responsável pela menória.
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/

Repouso durante a gravidez

Saiba quando ele é indicado e o que é permitido fazer conforme a gravidade da gestação

Raquel Temistocles
A apresentadora Adriane Galisteu, grávida de 7 meses, está de repouso absoluto por correr risco de ter seu filho Vittorio antes da hora. Em entrevista, ela contou que, apesar da ansiedade, sabe que é o melhor a fazer no momento. De fato, receber a notícia de que vai ser preciso fazer repouso durante a gestação traz angústia para qualquer futura mãe. Afinal, o que toda mulher quer é poder continuar tocando sua rotina desfilando o barrigão por aí. Mas, se esse é o seu caso, é preciso pensar no bebê e na sua saúde e seguir à risca a recomendação do especialista. “O repouso é uma medida auxiliar para a gestante não abusar quando tiver risco de abortamento ou parto prematuro”, diz Eduardo de Souza, obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz (SP). E a maneira como ele deve ser feito varia de acordo com o risco que envolve cada gestação.

Nos casos mais sérios - como a placenta prévia (quando ela não suporta o peso do bebê e se acomoda no colo do útero) ou a dilatação precoce do colo do útero -, a grávida deve ficar em repouso absoluto, ou seja, deitada o dia todo, e só se levantar para tomar banho ou ir ao banheiro. “Esse é o caso de gestantes com histórico de perdas anteriores, partos prematuros ou que fizeram cerclagem (cirurgia feita para corrigir o problema de dilatação anormal do colo uterino) precisa fazer um repouso mais rígido”, afirma Luis Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP).

Quando a gravidade é menor, basta a gestante descansar por algumas horas, sem fazer muito esforço físico ou emocional, até que se recupere e possa retomar as atividades. É permitido andar pela casa, preparar uma refeição, se sentar para assistir a um filme. “ Esse tipo de repouso (chamado relativo) também é indicado a gestantes com pré-eclâmpsia e, em alguns casos, no início da gestação, quando a mulher está com algum desconforto, como náuseas, vômitos e queda de pressão ”, diz Wagner Busato, ginecologista e obstetra especializado em medicina reprodutiva.

Se a ansiedade para a chegada do bebê já é comum a todas as grávidas, para aquelas que precisam de repouso, essa sensação pode ficar ainda mais evidente. Confiar no seu médico e conversar com ele sobre todas as suas dúvidas e receios são medidas que ajudam a acalmar. "Para algumas mulheres, a meditação ajuda muito. Ela relaxa e ensina a mulher a respirar corretamente. Algumas práticas, como o Tai Chi Chuan e ioga, também são bem-vindas”, diz Eduardo de Souza.